terça-feira, 26 de outubro de 2010

um ano de muito do mesmo, crónica de um exemplo, i


(súmula)
Há aproximadamente um ano, na excitação da campanha eleitoral autárquica, o pessoal do ps - com Paulo Fonseca à frente, avançado e proposto como mosqueteiro - execrava a «política irresponsável e incompetente» assim como as «opções camarárias de difícil interpretação e de eficácia ruinosa para a nossa terra» da responsabilidade do pessoal do psd. O que sugeria a consciência da necessidade de mudar os termos e o modo da gestão municipal. Ainda no mesmo sentido - de afirmação da alternativa política e da intenção de ruptura com o status quo - apontava uma das «medidas de referência para a mudança» então assumida e apregoada pelo pessoal do ps, «ouvir os cidadãos». Entretanto houve eleições autárquicas e a maioria na câmara municipal mudou - deixou de ser do psd, passou a ser do ps. No entanto, corrido um ano do mandato em curso, constata-se que a gestão municipal continua a pautar-se sobretudo pela cartilha antiga. Embora não sejam poucos os exemplos que permitem ilustrar isto, os casos e os enredos relacionados com os centros escolares que o pessoal do ps na câmara municipal pretende construir no brejo, para servir a freguesia do olival, e em fontaínhas de seiça, para servir as freguesias de alburitel e seiça, são sintoma e paradigma evidentes do tanto que subsiste em atitudes, manias, vícios e modos que enformam as decisões no plano municipal. Se tais casos tivessem sido conduzidos por David Catarino não haveria de notar-se diferença relevante. Neles abundam as contradições e incoerências, a opacidade, a linguagem de guindaste e o ilusionismo, a soberba do mando, os ziguezagues e a incapacidade de justificar no plano do juízo as decisões tomadas, o que sugere que tais decisões foram o resultado de processos sem as qualificação e abertura necessárias a uma estratégia de desenvolvimento local consequente. Como há já um acumulado de evidência empírica significativo - e porque, embora ambos embrulhados à moda antiga, os casos referidos são diferentes -, seguem algumas notas com detalhe maior e análise dedicada.

2 comentários:

Anónimo disse...

Peço desculpa por meter o meu comentário aki, mas ñ o consegui meter onde kria, mais em baixo. Sim senhor, dá gosto ver k há gente da nha terra capaz de pensar pela própria cabeça e escrever tão bem. Tenho respeito e admiração pessoal pelo Dr. Sérgio Ribeiro, pessoa k tenho por séria e honesta e k gostava de o ver a fazer mais coisas por este Concelho, mas levou uma resposta e parece-me a mim k certa de Sérgio Faria k não tenho o prazer de conhecer mas de kem li trabalhos de Sociologia (ouvi dizer k é um bom Prof) e costumo ler nos blogues. Sobre perosnagens ñ sei muito e nesse assunto ñ me kro meter. Mas uma coisa k sempre me fez muita impressão foi como é k os comunistas k dizem lutar pela liberdade de todos às vezes parece k não querem saber da prisão de algumas pessoas só pork ñ acreditam no mesmo k eles. E ñ estou a falar de pessoas ricas e poderosas, mas das pessoas simples k acreditam em coisas diferentes e foram presas por causa disso e ñ por andarem a matar ou a roubar (fazerem coisas más=crimes).

Ana Raquel

Anónimo disse...

e se fosses aprender a falar português.....
el campesino loko