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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

nota de remissão


Durante nove meses este blog serviu de domicílio a um conjunto de notas, posições, oposições e tal sobre ourém. Doravante tornarão a ser assentes no castelo, onde há sete anos comecei a ensaiar e expor tais exercícios no âmbito da blogosfera.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

nota de arquivo


Por não ter tido oportunidade de as editar antes, foram publicadas hoje várias notas que, estritamente por uma questão de arrumação e registo pessoal, remeti para a data em que foram escritas. Todas concernem à sessão da assembleia municipal realizada no princípio deste mês ou a assuntos relacionados com ela. Foram publicadas notas escritas nos dias sete, nove, dez, dezassete e vinte do mês corrente.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

alô alô, teaser

Circulam por aí uns zunzuns a propósito de uma intervenção que fiz na sessão da assembleia municipal realizada a vinte e cinco de junho. Numa espécie de cobrança cívica, algumas pessoas, ou por curiosidade, outras, interpelaram-me sobre o que eu disse então e os motivos subjacentes. Por causa disso decidi forçar esta oportunidade - o que exigiu esforço, porque não tenho tido e continuo a não ter disponibilidade para assentar aqui um conjunto de notas, posições e oposições sobre o que tem acontecido em ourém - para reportar a minha versão do que aconteceu.
Ao longo dos trabalhos da última sessão da assembleia municipal existiram dois momentos que me levaram a falar durante o período consignado a intervenções do público. Falei primeiro sobre um assunto por ensejo, não por entender que fosse premente fazê-lo. Entendi e entendo que só por si tal matéria não justificava o uso da palavra naquela circunstância. O motivo maior da minha intervenção foi outro, mais grave, e sobre ele falei depois com demora maior. A exposição sintética do que sucedeu, acrescida de algumas considerações e observações, é a que segue, dividida em dois capítulos, cada um relativo a um dos motivos referidos.

terça-feira, 20 de abril de 2010

manifesto

Embora sobre, este é um blog abaixo, inclinado para coisas pequenas, as miudezas da vida. Assentarei aqui o que o juízo, a vontade, a capacidade e a oportunidade me permitirem assentar sobre ourém, porque reclamo-me parte do lugar e da comunidade imaginada com tal nome. Apesar de não ser apenas oureense, sou oureense e, pelo que sinto, ser oureense é uma das condições que mais me preenche e faz como pessoa. Daí que este blog tenha como objectivo servir de paradeiro ao que pretendo continuar a destilar publicamente – o que significa partilhar e confiar a outros, quem quiser –, o (meu) desassossego de ser oureense. Não é pouco. Não é muito. É o que é.

O que for escrito neste blog é dedicado a duas coisas que já não existem, o depósito de água, vizinho do edifício sede do município antigo, em ourém, que, após décadas de desprezo, foi derrubado a vinte e seis de maio de dois mil e seis, e a placa, em díptico, entre os números dezassete e dezanove da rua Teófilo Braga, igualmente em ourém, que, também após desprezo demorado, foi destruída a nove de janeiro de dois mil e oito.

A fotografia que anima o cabeçalho deste blog é da autoria de Nuno Abreu. Estou-lhe grato por permitir que seja usada aqui.

Para que conste, o meu nome é Sérgio Faria.